sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Hermann,o espião

Mentir. Em algumas vezes parece até ser legal, mas em certas circunstancias acaba se tornando desconfortante, pois fazer isso, todos os dias para a sua mãe e para o mundo todo, acaba ficando muito monótono. Mas se era para salvar o meu pescoço no caso, tudo bem.

Ser espião não é um dos melhores empregos que um adolescente espera ter, mas as vezes é a adrenalina que conta. Desde que fui recrutado para ser espião me fizeram jurar não contar para ninguém. Desde então tive por obrigação mentir para tudo e para todos.

Uma vez estava na escola e me chamaram para uma missão até Paris, mas pela infelicidade do destino, minha mãe foi convocada pelo diretor de minha escola a comparecer nela, pois eu tinha muitas faltas, detalhe, eu não sabia de nada.

-Como, assim o Hermann anda faltando? Ele sempre vem as aulas – disse minha mãe atônita.

-Sra. Iremos chama-lo aqui para que possamos tirar as devidas satisfações – disse meu diretor com certa calma.

Enquanto eles conversavam isso, eu estava derrotando o dr. Peter von Gruskenko, um cientista tirano que sempre tenta dominar o mundo. Voltei o mais rápido que podia, de equipamento de espião e, o diretor e minha mãe flagraram-me chegando na sala.

Minha mãe viu toda aquela cena, e disse que em casa conversamos.

Ela me colocou de castigo por uma semana. Acho que não vou mentir por uns tempos.

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