segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Músicas que marcaram a minha infância

Uma pequena playlist das ica que eu adorava ouvir quando pequena,mesmo sendo poucas músicas elas me influenciaram bastante.















sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal



Estou aqui para desejar um Feliz Natal,tudo de bom para todos vocês que visitam o meu blog,muitas   felicidades,paz e amor e que todos vocês ganhem muitos presenteSe vocês querem saber eu passei um Natal muito solitário,sério,um dos poucos divertimentos foi assistir Bonequinha de Luxo (Breakfast' At Tiffany) pela metade,até o certo momento em que auto falante do computador quebrou.



Feliz Natal a todos vocês.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Goin' Back

Cheguei em casa,fui em direção ao meu quarto,lugar onde se encontrava o meu velho e surrado toca discos, e peguei em meio a todos os meus vinis peguei o Notourious Byrd Brothrs,dos Byrds.Coloquei o vinil para tocar na música,Goin' Back e me deitei em minha cama, e tentei relaxar em meio a todo estresse que minha mente se encontrava.
Encostei a ha cabeça no travesseiro e comecei a ouvir os primeiros acordes da música,fechei os olhos tentando cochilar,mas não conseguia,então resolvi canta-la.Diferente dos outros dias em que eu colocava o disco para tocar,eu estava calada,eu estava calada, não conseguia canta-la,parecia que havia algo dentro de mim que não queria mais escuta-la.Não sei era porque lembrava pessoas ou algo,se meu passado estava pedindo para eu voltar em algum lugar,eu não sabia muito bem, mas hoje eu precisava canta-la.
A voz de Roger McGuinn exercia sobre a minha mente como um anestésico,ela acabava me tirando de todo aquele caos que se encontrava a minha mente,e me transportava para um lugar mais calmo.A voz dele sempre teve esse efeito na minha mente e eu sempre adorei isso.
A música já estava quase no final quando comecei a sentir sono,mas eu estava relutante se iria dormi ou se iria escutar outro disco ou se iria outro disco.
Quando ouvi Roger cantar: "So cath me if you can,I'm goin' back",eu adormeci.


domingo, 18 de dezembro de 2011

The Monkees

Esse grupo americano só existiu por causa dos Beatles.Em 1965, os produtores Bert Schneider e Bob Rafelson decidiram criar um grupo imaginário para criar na televisão as brincadeiras e o clima de alto-astral apresentado pelos Beatles em A Hard Day's Night.
Colocaram então um anúncio na revista Variety,que chamou atenção de 400 pessoas (uma delas foi Stephen Still,líder de bandas como Buffalo Springfield e Crosby,Stills & Nash,que foi recusado por ter dentes tortos).Os escolhidos foram Michael Nesmith  (guitarra) e Peter Tork (baixo),que já tinham experiência musical, e Micky Dolenz (bateria) e Davy Jones (vocais),que tinham carreira como atores.
O seriado dos Monkees, durou de 1966 a 1968 e trazia uma mistura de comédia com musical - havia sempre um número da banda no final de cada história.
Os dois primeiros discos do grupo traziam material de compositores de primeiro escalão,como Carole King e Neil Diamond.Os Monkees passariam a compor material próprio.Discos como Pisces,Aquarius,Capricorn & Jones Ltd.,de 19,podem estar longe de serem obras-primas,mas mostram um time de cantores e compositores bastante talentosos.

                                     

                                      







quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Bob Dylan


Robert Allen Zimmerman, mais conhecido como Bob Dylan nasceu em Minnesota no ano de 1941. Aos dez anos de idade Dylan escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richard e Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Mineapólis em 1959, voltou-se para a folk music. O primeiro álbum de Dylan foi lançado em 1962 e intitulado”Bob Dylan”. No ano seguinte ele lança “The Freewhellin’ Bob Dylan” que trazia “Blowin’ In The Wind”, hit que consagrou Dylan. Todas as faixas do álbum eram de sua própria autoria e as famosas “A hards-rain a gonna-fall” e “Masters Of War”, tornaram-se clássicas como músicas de “protesto”. Em 1963 Dylan participa do Newport Folk Festival , onde foi promovido por Joan Baez (a “rainha” folk da época) como a nova revelação do estilo folk. Em 1964, ele lança “The Times They Are-A-Changing” , um grande sucesso comercial que consolida sua posição no estilo. Entre 1964 e 1966, Dylan passa por uma fase de transição deixando o movimento folk de lado e se voltando para canções mais pessoais, instrospectivas, ligadas a uma visão mais particular de mundo. Nessa fase, Dylan eletrifica a sua música, passa a tocar com uma banda de blues-rock como apoio e choca a platéia folk, com sua aproximação ao rock. Por outro lado, foi aclamado pela crítica, ampliou o seu público, tornando-se cada vez mais influente entre artistas contemporãneos e lançando os mais apreciados discos de sua carreira. Em 1966, após uma conturbada turnê pela Inglaterra, devido ao formato rock dos shows, Dylan sofreu um grave acidente de moto que o afastou dos palcos e gravações até 1968. Em seu retorno, supreendeu público e crítica com o álbum “John Wesling Hardin”, fortemente influenciado pelo country, tendência que acentuou-se no trabalho seguinte, “Nashville Skyline”, que trouxe o clássico “Lay Lady Lay” para as paradas. Em 1969 ele participou do Festival da Ilha de Wight e em 1971 participou do Concerto para Bangladesh, organizado por George Harrison . Depois disso, Dylan só voltou a realizar turnês em 1974. A década de 70 não foi muito favorável para Dylan que não foi muito bem aceito pela crítica, considerado muito abaixo de seus melhores momentos. De qualquer forma algumas músicas dessa época ganharam destaque como: “If Not For You” (1970), “Knockin’ on Heaven’s Door” (1973), “Forever Young” (1974). Quando Dylan volta as turnês, acompanhado pelo grupo The Band, retorna a evidência e ao sucesso, principalmente pelo elogiado duplo ao vivo “Before the Flood” (1974). Na retomada da carreira de forma mais ativa, Dylan produz em 1975 o famoso”Blood On Tracks” e “Desire” em 1976, considerados pela crítica os melhores discos nos anos 70. Em 1977 Dylan se divorciou de Sara Lownes, com quem era casado desde 1965, e passou por uma fase de crise pessoal, que acabou se refletindo em seu trabalho. Em 1978, saiu para uma turnê mundial (que grande parte foi registrada no duplo ao vivo “At Budokan”) e acabou se focando na música gospel, ao se converter e se filiar a uma igreja. Nesta nova fase, “Slow Train” (1979) ainda traz momentos inspirados: a canção “Gotta Serve Somebody” ganhou um Grammy, mas os discos seguintes são irregulares. Em 1983, Dylan lança “Infidels” e afastado da fé cristã, volta de maneira repentina para as suas raízes judaicas e parece reencontrar certo equilíbrio artístico. Bem recebido pela crítica, é considerado seu melhor álbum desde Desire. Em 1988, chega às lojas “Down In The Grovy”, álbum que passou despercebido por crítica e fãs. Em 1989 ele lança o álbum “Oh Mercy” bastante elogiado pela qualidade das músicas e volta às paradas com a banda Traveling Wilburys, formado com os amigos George Harrison, Tom Petty, Jeff Lynne e Roy Orbison. No início da década de 90, Bob Dylan dá uma “parada” na carreira. Para comemorar e fazer um balanço de seus 30 anos de trajetória, ele volta a gravar folk tradicional, acústico, sem se importar com o pouco apelo comercial deste gênero nos dias atuais. Em 1992 é realizado um show-tributo em grande estilo, com a participação de vários nomes do rock, country e do soul cantando suas músicas: Eric Clapton, Stevie Wonder, Neil Young, Willie Nelson, Lou Reed, Eddie Vedder entre outros. Em 1994, Dylan produziu um acústico para a MTV. E em 1997 ele lança “Time Out Of Mind” que ganhou vários Grammys. Em 2001 Dylan lança “Love and Theft” , que confirma a qualidade musical do cantor de “Time Out Of Mind”. Com “Modern Times”,lançado em 2006, Dylan conquista pela quarta vez na carreira a liderança do ranking dos mais vendidos dos Estados Unidos, vendendo 192.000 cópias na primeira semana. A última vez que Dylan tinha alcançado a liderança nos Estados Unidos, foi com o álbum “Desire”, de 1976, que ficou 5 semanas no topo das paradas. Antes disso, alcançou o primeiro lugar com o clássico disco “Blood On The Tracks”, em 1975, e com “Planet Waves”, no ano anterior.










 Fonte: Last.Fm

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Like a Rolling Stone: Bob Dylan na encruzilhada

Em todo e qualquer período histórico, há sempre um momento-chave a partir do qual os eventos subsequentes mudam seu curso e todos os elementos envolvidos são alterados para sempre. Neste livro, o jornalista Greil Marcus consegue nos levar ao dia 15 de junho de 1965, quando Bob Dylan gravou “Like a Rolling Stone”, música que melhor iria representá-lo como ícone da contracultura. Fazendo mais do que uma “biografia” da canção sessentista, o autor se aprofunda em uma análise meticulosa do gênio criador de Dylan, tendo como pano de fundo a situação política e cultural dos Estados Unidos.

Mas em vez de se encerrar no passado, o referencial narrativo de Marcus está centrado nos dias de hoje. Ele consegue resgatar as raízes da música pop em artistas seminais como Robert Johnson e Hank Williams, atento aos percalços de como o legado de Dylan sobreviveu ao tempo através de músicos influenciados por ele, como Jimi Hendrix, Frank Zappa, Village People e até alguns participantes do programa American Idol. Mais do que saudar a estrondosa repercussão do hino de uma geração, Marcus avalia, sob diversos ângulos, por que ela continua atual. Atestando assim, de uma vez por todas, sua condição de clássico. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Costello Music,The Fratellis

Surgido na cidade de Glasgow,esse trio escocês tirou seu nome de uma produção de Steven Spielberg: os Fratellis eram os mafiosos que importunavam a garotada no filme Goonies.Mas a referÊncia para pr aqui.
Jon (guitarra e vocais),Mince (bateria) e Berry (baixo) são crias do britpop,movimento liderado por grupos como Blur e Oasis no início da década passada.Dessas bandas,os Fratellis imitam desde o jeito petulante e a dicção arrastada (Jon é adepto da escola Liam Gallagher de mastigação de palavras) até as guitarras no último volume.
Costello Music,disco de estréia do trio,foi considerado um dos melhores lançamentos de 2006.Boa parte dessa adoração  se deve às letras bem-humoradas,como Henrietta,Ole Black' n' Blue Eyes,Chealse Dagger,Flathead e a Whistle For The Choir (a mais fofa de todo o disco).

















The Fratellis.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pictures Of Lily


Escute essa música enquanto lê esta história:

                                     
-A quanto tempo ele esta olhando aquelas fotos,Pete?- perguntou John para Pete,enquanto os dois olhavam fixamente para Roger.
Roger olhava fixamente para aquelas fotos a horas,ele realmente estava apaixonado.
-Acho que ele esta olhando aquelas fotos a horas,umas três eu acho - disse Pete olhando preocupado para Roger.
-Porque não tiramos aquelas fotos dele,para ver o que acontece?- sugeriu John com um sorriso um pouco do mal entre os lábios.
-Se você quiser,faz isso você - disse Pete se afastando e indo em direção a Roger - eu vou ver como ele esta,estou começando a ficar preocupado.
-Você esta bem Roger? - perguntou Pete se sentando ao lado de Roger no chão.
-Eu estou bem,só um pouco apaixonado - respondeu Roger sorrindo alegremente.
-Mas por quem você esta apaixonado? - peguntou Pete.
-Estou apaixonado pela Lily,aquela garota que conhecemos no último show que fizemos em Londres - disse Roger.
-Por ela?Ela pareceu tão chata e estúpida - disse Pete contrariando seu amigo - ela veio falar comigo,quase nem conversamos,para ser sincero,eu não gostei dela.
-Pois eu estou amando ela,e pretendo namora-la - disse Roger contrariando seu amigo.
-Que bom para você - disse Pete saindo de perto de Roger.
Roger conheceu Lily em um show do Who em Londres,e ele se apaixonou instantaneamente por ela.
-Como você chama? - Perguntou Roger a garota,em meio a confusão de fãs que queriam agarra-lo.
-Lily - respondeu a garota.
-Eu sou o Roger Daltrey - respondeu Roger um pouco envergonhado.
-Eu sei quem você é sim - disse Lily entre risinhos.
Lily era branca,um pouco mais baixa que Roger,tem cabelos castanhos com mechas loiras encaracolados.Lily era também fotógrafa e quando conheceu Roger presenteou-lhe com um pequeno punhado de fotos suas.
-Lembre-se de mim enquanto estiver cantando - disse Lily.
-Como quiser,mas prometa que virá no próximo show para me ver - disse Roger piscando com o olho direito.
Roger,John,Pete e Keith  voltaram para o pequeno apartamento em que dividiam em Londres,para descansar e recuperar as energias para o próximo show.Roger estava tão alegre com o encontro que teve com Lily,que convenceu Pete que deveriam compor uma música em homenagem a Lily.Mesmo com muito sono e relutância Pete e Roger compuseram juntos "Pictures Of Lily" e decidiram canta-la no próximo show que fariam em Londres.
O show havia chegado e Roger estava mais ansioso para ver Lily e pretendia pedi-la em namoro naquele mesmo dia.No final do show,Pete anunciou que eles iriam tocar uma nova música do Who ainda não gravada chamada Pictures Of Lily.Eles a tocaram muito animados e quando acabaram,Roger foi o primeiro a sair do palco e foi até os bastidores do show para procurar Lily.Quando a encontrou estava ofegante pois um pequeno grupo de garotas queriam agarra-lo.
-Olá Lily - disse Roger ofegante - como você esta?
-Olá Roger,eu estou bem - disse Lily em um tom frio - e eu não quero ficar com você. -lentamente o coração de Roger foi se partindo aos poucos.
-Mas porque?Eu até fiz uma música para você? - disse Roger um pouco atônito com a resposta de Lily.
-Eu não gosto de você,e não quero te magoar mais - disse Lily se aproximando de Roger e dando um pequeno beijo em sua bochecha esquerda - tchau Roger.
Roger ficou ali parada por um tempo pensando o porque Lily não o queria.Depois encontrou os outros e contou o que havia acontecido,seus amigos tentaram anima-lo mas nada o deixava feliz,até outra garota apareceu em sua vida e a deixou um pouco mais feliz.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Pensamentos Estúpidos

Em uma noite estúpida,bebia café enquanto pensava em algo para escrever,nada surgia em minha mente,mas de repente você apareceu.Confesso que não queria que minha mente pensasse em você,mas ela foi tão persistente que me fez com que só você estivesse nela.
Pensei em seu sorriso,seu olhar,seu jeito de falar,andar.Pensei em nós dois juntos,em tardes bobas,em tímidos sorrisos,pequenos beijos,só nós dois juntos,sem ninguém para nos atrapalhar,seria tão bom que jamais nos separaríamos um do outro.
Eu ainda amo,você como uma estúpida apaixonada,que na maioria dos pensamentos só pensa no ser amado,e acaba esquecendo de tudo,mas nunca do seu amor.
E de tanto pensar em você,querido,meu café esfriou.