segunda-feira, 2 de julho de 2012

Um pouco de nostalgia por favor.

Vamos voltar a alguns anos atrás, em 2009 precisamente, quando eu, a escritora que vos fala tinha apenas 13 anos e descobriu uma das coisas mais que me fascinam até hoje. Na verdade, não é exatamente uma coisa que mais me fascinou, e sim uma música, Champagne Surpernova do Oasis.
Naquela época o Oasis era a minha segunda banda favorita, ainda não havia descoberto o The Who e, Keith Moon e Pete Townshend não haviam se tornados minhas almas gêmeas eternas, eu na época, adorava os irmãos Gallagher, tudo neles me fascinava, desde suas músicas até as suas loucuras e outras coisas.
Eu ainda me lembro da primeira vez que escutei Champgne Supernova, estava arrumando meu quarto, escutando o meu “( What’s Story) Morning Glory?” que um dia foi de minha mãe e depois ela me deu de presente já que ela não gostava de Oasis, no dvd (porque na época, eu ainda não tinha internet em casa e tinha que me virar com o tinha).
Eu simplesmente fiquei fascinada pela música,pelos seus efeitos,pelo modo como Liam cantava,tudo soou de um modo inovador em minha vida que eu estava completamente arrebatado para sempre,mesmo que a minha favorita do Oasis é “Wonderwall”, que também era maravilhosa,que também tinha me dado outra incrível sensação nostálgica que poderia me render outro bom post.
Só tive toda essa nostalgia pelo fato de ter passado as últimas horas escutando essa músicas e me lembrando de tudo isso.
How many special people change?
How many lives are living strange?
Where were you while we were getting high?




2 comentários:

  1. Nossa, essa música lembra muito o final de 2010, meus 16 anos. Dá muita saudade dessa época!

    ResponderExcluir
  2. Poxa, que lindo o seu post. Falar de Oasis na minha vida é covardia porque às vezes penso que não tive lá muita vida musical antes de Oasis. Tive uma sensação parecida, só que quando ouvi "Don't look back in anger", às vezes acho que esta música mudou minha vida e minha percepção do mundo *-*

    ResponderExcluir

Sinta-se a vontade para comentar.